Como é calculado o valor do seguro de carro

Publicado por Marcos Chaves

São muitos os fatores que influenciam sobre o valor final do seguro auto. Veja aqui como é calculado o valor do seguro de carro.

Apesar de cada vez mais indispensável, o seguro de automóvel é um serviço que nem todos os motoristas contratam, muito em virtude dos valores envolvidos. Entender como o preço de um seguro auto é definido pode ajudar a espantar esses questionamentos.

Como é calculado o valor do seguro de carro

As seguradoras utilizam uma série de critérios para definir o valor do seguro de carro, e uma das características que mais influenciam no preço do seguro é o índice de furtos e roubos de determinado modelo.

O seguro de automóvel é um serviço indispensável para quem dirige um veículo próprio nos grandes centros urbanos. Apesar disso, muitos motoristas deixam de contratarem esse serviço, muitas das vezes por conta dos valores envolvidos – sem perceber que o seguro auto não é um gasto, mas um investimento para proteger o carro.

Entender como o seguro auto é calculado pode ajudar a espantar os questionamentos sobre o preço do serviço.

Como saber o valor do seguro de carro?

Para saber exatamente o quanto irá pagar, você precisa fazer uma cotação. No geral, as seguradoras vão analisar o seu perfil de motorista e o histórico do veículo. Entre os itens que influenciam o valor do seguro de carro, estão:

– Modelo do carro

Quanto mais caro o seu veículo custar no mercado, maior será o valor do seguro para ele. Isso porque as seguradoras consideram o gasto com possíveis reparos, em caso de sinistros.

– Endereço residencial

Se você mora em uma metrópole, o custo do seguro será maior do que em uma pequena cidade. Isso ocorre devido ao índice alto de criminalidade e é um item que as seguradoras levam muito em conta. Sem contar que, dependendo da região da cidade que você mora, se for uma área de risco o valor também irá ser um pouco mais alto.

– Perfil do motorista

A idade do condutor principal é um grande fator sobre o valor do seguro auto. Ou seja, quanto mais jovem ele for, maior será o valor final. Isso ocorre devido ao fato de que motoristas jovens possuem menos experiência e tendem a sair mais com o carro, aumentando as chances de se envolver em acidentes. Fora que, quanto mais idade o condutor tiver, as chances de ele ter família e dirigir dentro da velocidade permitida é maior.

Outro ponto é o sexo do motorista, pois as estatísticas apontam que mulheres se envolvem menos em sinistros. O tempo de habilitação é outro fator, que também inclui experiência ao volante.

– Histórico de sinistros

As seguradoras consultam a base de dados para saber se o condutor possui ocorrências. Os pontos na CNH também são levados em conta, assim como outros sinistros.

– Itens de segurança

Se o veículo possui itens de segurança, como rastreador, por exemplo, o valor do seguro de carro tende a ser mais baixo.

Além disso, o uso do carro, local onde ele fica estacionado, comumente, tipo de garagem e outros motoristas que o utilizam, são itens considerados pela seguradora. Cada informação sobre o veículo e seu condutor é rigorosamente avaliada pela seguradora.

Índice de furtos e roubos de carros só aumenta

De acordo com informações da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, quase 400.000 veículos são furtados ou roubados todos os anos no estado, sendo que a capital é a cidade com maior incidência desses episódios. Além disso, outra estatística desanimadora é que, nos grandes centros urbanos (como São Paulo e Rio de Janeiro), o índice de automóveis recuperados não chega a 50%.

Alguns equipamentos foram desenvolvidos para tentar conter essas estatísticas, como alarmes e imobilizadores eletrônicos de ignição, mas tais mecanismos apenas atrasam os bandidos – geralmente, em até três minutos.

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A polêmica dos rastreadores antifurto

Para tentar minimizar essa situação, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) determinou que todos os automóveis saiam de fábrica com um rastreador antifurto.

Ocorre que a obrigatoriedade desse mecanismo encarece o automóvel em no mínimo seiscentos reais, o que provocou reações negativas das montadoras, que previram as reações negativas dos consumidores brasileiros (tradicionalmente sensíveis a quaisquer elevações nos preços).

Além disso, vários automóveis já saíram equipados com esse mecanismo, mas que não era ativado. Na melhor das hipóteses, o rastreador antifurto não impede o roubo, apenas localiza o automóvel posteriormente, o que não isenta o proprietário dos prejuízos.

Carros mais vulneráveis a furtos e roubos

O Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi Brasil) realizou uma pesquisa para identificar os modelos de automóveis mais resistentes e frágeis a furtos e roubos, utilizando critérios como:

  • Imobilizadores de injeção;
  • Alarmes;
  • Travas de volante;
  • Vidros laterais;
  • Posição da bateria;
  • Chave do veículo.

Os automóveis foram avaliados numa escala de 0 a 5 estrelas, e alguns dos resultados apresentados foram:

  • Chevrolet Cruze LTZ como mais seguro;
  • Ford Ka Sport como segundo mais seguro;
  • Honda Fit, Honda Civic, Chevrolet Cobalt e Cruze LT na terceira posição;
  • Na sequência, Volkswagen Gol, Volkswagen Fox; Fiat Palio, Fiat Punto, Fiat Siena; Nissan March e Renault Sandero;
  • Chery QQ e JAC J3, J5 e J6 como os menos seguros.

Saber se o seu carro é vulnerável a furtos e roubos é importante na hora de cotar seguro auto, já que essa variável pode causar um impacto significativo no preço do serviço.

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